Desligar
Outra viagem que emerge do inconsciente
Sozinha me sinto
Sozinha continuarei
O lençol de espinhos afiados que me abraça e se crava em mim
Não sinto a imensidão
Desligo os sentidos
A alma em cinzas duma parte que ficou
Ao Nada pertenço.
Os Estranhos rodeiam o espaço
O Ser Ilusório que morreu e com ele a Inocência
Quando o Pano caiu
O que restou foi somente o que não vês
Assim flutuas nisto a que chamam Realidade
O contacto foi-te tirado
Fervilhas na Inconstância
Preferes a Solidão à Submissão
Começa a emergir nas gotas do algo que outrora foi
Fecho os olhos e desligo
Sozinha me sinto
Sozinha continuarei
O lençol de espinhos afiados que me abraça e se crava em mim
Não sinto a imensidão
Desligo os sentidos
A alma em cinzas duma parte que ficou
Ao Nada pertenço.
Os Estranhos rodeiam o espaço
O Ser Ilusório que morreu e com ele a Inocência
Quando o Pano caiu
O que restou foi somente o que não vês
Assim flutuas nisto a que chamam Realidade
O contacto foi-te tirado
Fervilhas na Inconstância
Preferes a Solidão à Submissão
Começa a emergir nas gotas do algo que outrora foi
Fecho os olhos e desligo



