Dementia
Uma tela em branco
Algo se move lentamente
Vermes que se transformam
Num grito de dor tudo se esfuma
Em tempos esquecidos as trevas habitam
Neste lago o nosso reflexo é mero queixume
Numa sala em que tudo se move com languidez
Nessa tua dor que te consome
A imagem que vês é mera ilusão
Alucinações de uma mente tresloucada que insiste em cair...
E quando tudo parece querer ser
Algo desaba
Como a torre que tomba e se desfaz em cinzas
Viro costas e caminho no sentido contrário da roda...
E um suspiro escapa
E as asas quebram-se...
Algo se move lentamente
Vermes que se transformam
Num grito de dor tudo se esfuma
Em tempos esquecidos as trevas habitam
Neste lago o nosso reflexo é mero queixume
Numa sala em que tudo se move com languidez
Nessa tua dor que te consome
A imagem que vês é mera ilusão
Alucinações de uma mente tresloucada que insiste em cair...
E quando tudo parece querer ser
Algo desaba
Como a torre que tomba e se desfaz em cinzas
Viro costas e caminho no sentido contrário da roda...
E um suspiro escapa
E as asas quebram-se...









