Desligar
Outra viagem que emerge do inconsciente
Sozinha me sinto
Sozinha continuarei
O lençol de espinhos afiados que me abraça e se crava em mim
Não sinto a imensidão
Desligo os sentidos
A alma em cinzas duma parte que ficou
Ao Nada pertenço.
Os Estranhos rodeiam o espaço
O Ser Ilusório que morreu e com ele a Inocência
Quando o Pano caiu
O que restou foi somente o que não vês
Assim flutuas nisto a que chamam Realidade
O contacto foi-te tirado
Fervilhas na Inconstância
Preferes a Solidão à Submissão
Começa a emergir nas gotas do algo que outrora foi
Fecho os olhos e desligo
Sozinha me sinto
Sozinha continuarei
O lençol de espinhos afiados que me abraça e se crava em mim
Não sinto a imensidão
Desligo os sentidos
A alma em cinzas duma parte que ficou
Ao Nada pertenço.
Os Estranhos rodeiam o espaço
O Ser Ilusório que morreu e com ele a Inocência
Quando o Pano caiu
O que restou foi somente o que não vês
Assim flutuas nisto a que chamam Realidade
O contacto foi-te tirado
Fervilhas na Inconstância
Preferes a Solidão à Submissão
Começa a emergir nas gotas do algo que outrora foi
Fecho os olhos e desligo




2 Comments:
Eu anida vido muito na ilusão, mas caiu em mim ou não sei em quê (na realidade né?).. e como eu entendo o que tu dizes..
Realmente o mundo cibernauta é pucanino :)
Besito *
Não sinto dor
Não sinto nada
Não me sinto
A Solidão, o medo de estar só comigo e a dor indefinida para que remete...
A latente sensação que esse atalho é exclusivo, o meu único meio
Em volta, vastas e longínquas planicies murmuram
O zumbido permanece
Não o rejeito, nem o ignoro
Não posso, nem consigo.
Continuo... neste meu melancólico e singular vale...não obstante, MEU
Beijo*
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